bompracachorro

o blog que late pra você abanar o rabo.

Sunday, March 29, 2009

se amássemos como os cães talvez sobrevivessemos(nós e eles)


A revista Superinteressante (edição 263, março/2009) deu capa aos cachorros.
A matéria sobre os cachorros – muito bem redigida, aliás – é assinada por Alexandre Versignassi, Bruno Garattoni, Emiliano Urbim, Karin Hueck e Larissa Santana, com design de Adriano Sambugaro. Abre comprovando que os cachorros são tratados como filhos. Os termos são os mesmos: creche, criança, pais. A criança é o cachorro. Os pais são os seus donos. "Sim, tratamos nossos cachorros como se eles fossem nossos filhos", diz o texto, logo no primeiro parágrafo, delimitando tema e problemas do contexto. E continua, recorrendo à ciência, informando que os cachorros despertam tanto amor e carinho quanto um bebê. Mas conhecidas afinidades entre homem e cachorro estão alterando os dois.

A chave para que cachorros e crianças sejam tratados da mesma forma, segundo o texto, está num hormônio chamado ocitonina, liberado, por exemplo, nas parturientes, que desperta a sensação de apego por outras pessoas. Pesquisas feitas pelo professor japonês Takefumi Kikusui, da Universidade de Azabu, indicam que o amor que sentimos por crianças e cachorros é o mesmo. Vejam bem, não é que é semelhante, é o mesmo! E o professor não é nenhum Prêmio Ignóbil, criado para satirizar pesquisas ridículas.

Adoram que se lhes diga o que fazer

A reportagem é ilustrada com exemplos concretos. A bilionária americana Leona Helmsley deixou US$ 12 milhões para sua cadelinha Trouble. O site marryyourpet (case com seu cachorro) oferece cerimônias e certidões de casamento. Carolyn, casada há cinco anos com Oliver, nome de seu cãozinho, diz que ele é seu "salvador".

Este é um exagero, mas ilustra até onde vai a substituição de pessoas por cachorros, sobretudo em casais que demoram a ter filhos ou outros que, tendo envelhecido, ficaram sozinhos. Quando a solidão aumenta, o cachorro produz emocionalmente duas substituições: a dos filhos e a do cônjuge que partiu, por separação ou por morte.

Outras pesquisas, estas feitas nos EUA, dão conta de que 34% das mulheres e 23% dos homens americanos consideram o cachorro o par ideal, se este fosse humano.

O biólogo húngaro Ádám Miklósi, da Universidade de Eötvös, especialista em inteligência canina, afirma que, ao contrário de lobos, macacos e gatos, igualmente submetidos à experiência, os cachorros imitam naturalmente as ações humanas e podem ser treinados para milhares de tarefas diferentes com poucas instruções, pois na verdade eles adoram ter alguém que lhes diga o que fazer.

Buldogue tornou-se gordo e enrugado

Os primeiros entendimentos entre o cachorro e o homem datam da Era Glacial, há 15 mil anos, quando o homem deixou de ser nômade, fixou-se em alguns lugares, ensejando o surgimento das primeiras vilas. Os restos de comida passaram a atrair ratos, baratas e... lobos. Estes dividiram-se entre aqueles que fugiam do homem e aqueles que a ele se apegaram, vivendo perto das casas. Foi quando este tipo de lobo mudou, tornando-se cachorro!

De todo modo, o cachorro, na companhia do homem, teve que trabalhar para ganhar a vida. Passou a conduzir e a guardar rebanhos, a guardar casas, puxar trenós etc. Hoje, o cachorro, como tantos homens, está desempregado!

No final do século 19, a partir da Inglaterra, as novas funções dos cachorros mudaram, levando os homens às combinações genéticas que resultaram em dezenas e centenas de novas raças. A International Encyclopedia of Dogs, ainda sem tradução para o português, estima que as 20 raças existentes em 1800, já eram 40 em 1873 e chegaram a 70 na Primeira Guerra Mundial. Hoje, existem cerca de 400 raças.

Depois de tantas experiências e misturas, os problemas não demoraram a aparecer. O buldogue, originalmente atlético, tornou-se gordo e enrugado. Motivo? Alguém achou que ele ficaria mais bonito assim.

Etimologia dá luz adicional

De resto, influenciados pelo homem, os cachorros passaram a ser vitimados pelos males do dono. Foram morar em apartamentos, não fazem mais exercícios, comem demais, tornam-se obesos pela vida sedentária e alimentação excessiva.

Em vez de caminhar – as caminhadas foram reduzidas para uma ou duas vezes por dia – o cachorro imobilizou-se na companhia do dono. E vieram as doenças e distúrbios psicológicos causados pelo novo tipo de vida. Nos EUA, tais males vêm sendo combatidos com remédios. Há seis anos, 25% dos cachorros tomavam algum tipo de remédio. Hoje, são 77%.

No limite, o homem resolve seus problemas com o cachorro mediante soluções drásticas. Nos EUA, aplica-se anualmente a pena de morte a 1.500.000 cachorros que se atreveram a morder alguém. Mas quem o criou feroz? No caso, é executada a vítima das manipulações. Os autores continuam impunes. Também nisso o homem imita o homem, não o cão. O cachorro não maltrata a mão que o apedreja. Para ele, os versos de Augusto dos Anjos soam inverossímeis: "O Homem, que, nesta terra miserável,/ Mora entre feras, sente inevitável/ Necessidade de também ser fera". Ao contrário, vivendo com o Homem, o cachorro sentiu necessidade de também ser Homem...

A etimologia pode dar uma luz adicional a tão bela matéria. A palavra cachorro veio do latim cattulus, diminutivo de cattus, gato selvagem, depois também domesticado. O homem apega-se a qualquer filhote, sobretudo de mamíferos e, em português de hoje, passou a chamar de gatinho todo e qualquer filhote, fixando-se a denominação para o cão, filhote ou não.

(cara de um, focinho de outro, por deonísio da silva, no

observatório da imprensa)


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Saturday, February 07, 2009

caras de cão



ao receber o globo de ouro, mickey rourke, catapultado da sarjeta ao olimpo por uma atuação soberbamente orgânica em " o lutador ", agradeceu aos seus cães, enfatizando que, às vezes, a única coisa que um homem tem no mundo é o seu cão.

dono de seis cachorros no momento, todos retirados de abrigos, reafirma que na sua pior fase, seus cães deram-lhe afeto e o ensinaram que ele podia cuidar de algo vivo, e não só o destruir. disse ainda que não estaria ali se não fosse por eles. e que espera reencontrá-los quando morrer.

o que será dos homens que sequer tem os seus cães, se calhar nem os seus demônios, destes do tipo que atropelam intencionalmente cachorros, principalmente quando estão engatados, ou daqueles que jogam água fervente em cães e gatos, ou deixam-lhes morrer á mingua, não sem antes uma boa tortura ou envenenamento ?

qual a cara de cão que não existe em outros nós ?

para estes animais, haverá salvação ?

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Tuesday, August 05, 2008

partcoloridos

na cabeça da mesma cabeça do huskie o olho azul dos visionários e o olho verde dos revolucionários sonhavam em ser os olhos negros da libertação.
quedaram-se cinzas e castanhos dum animal de estimação.

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Now playing: mutantes - vida de cachorro
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Monday, March 17, 2008

com os meus olhos de cão

título de livro da hilda hilst, escritora-texto, que na sua casa do sol, para além de homens e mulheres das teorias e práticas literárias,abrigava mais de cincoenta cachorros.

cansado, labute da minha obra diária de nunca menos de 12 horas chego a casa onde me esperam 13, que já foram mais, ficando eu viúvo de suas ausências.

a última, águia, dobbermann, contrariava todos os estereótipos em relação a raça e a sua utilização idiota nos filmes. meiga e carinhosa, tornou-se mãe, irmã, companheira de brincadeiras do tsunami, vira-lata preto com orelhas de dálmata e uma pulsão que lhe antecipou o nome. só águia aguentava o tsu.

sem ela, tsu perdeu-se no pedaço de quintal que lhe cabe, impossibilitado de estar com os demais, por conta das brigas com folks e ganido.

cabe-lhe então o passeio, no fim da noite. quase capotando, mal deixo o carro na garagem, ele explode no convite à rua.

sigo-lhe os passos e vou assomando novas energias. chego a orla inteiro junto com o tsu que sucumbe a grandiosidade do mar. seu menear da cabeça e seus olhos levam-me junto as sensações de olhar o mar, se não da primeira vez, após longo tempo distante.

deixo-me levar cada vez mais por sua curiosidade e tento exergar com seus olhos de cão
o que ele vê naquele mar escuro de onde incessantemente curioso suga uma brisa e marolas que não espantam as andorinhas noturnas que bicam a areia que lhes alimenta.

não sei se tsu, aonde enxergo apenas saudade e um desejo que águia desponte na impossibilidade da vida ressurgida na escuridão das águas, vê apenas as outras possibilidades de brincadeiras que a vida nos proporciona, tal como as marés entre suas idas e vindas, vazantes e cheias, perdas e ganhos.

o fato é que ainda não consigo abanar o rabo. tsu faz isso por mim. e neste instante, com meus olhos de cão vêjo nele um cão-beija-flor que insiste em me lamber apesar de tal espinho.

Wednesday, December 12, 2007

bom dia (estamos de volta)

as portas da padaria o cão vira-lata aguarda alguém que lhe seja capaz de dar bom-dia com um pedaço do que seja pra comer.
contemplo-o antes de estacionar. de porte médio, pelo castanho, olhos caramelo, tem mesmo cara de gente boa e já me ganha de saída, ou melhor, de entrada. se estiver aqui ainda quando eu sair ganha uma festa e um pedaço do meu café.
adentro a padaria para o habitual. o de sempre, confirma a moça do outro lado do balcão o que confirmo com um aceno - o de sempre é uma vitamina de banana , pão com ovo e um café médio sem leite (já basta o da vitamina).
do assento do balcão, que mais parece assento de guarita, elevo-me a condição de observador priviliegiado de todos que estão dentro da padaria naquele momento. são cerca de vinte pessoas, entre crianças, adolescentes, um pouco mais, maduros e gente quase senil. nenhum deles tem um sorriso na boca sequer naquele começo de manhã ensolarada. muito menos os empregados.
guardo pouco menos de um quinto do pão com ovo que é ainda um pão francês avolumado.
pago a conta e dou ao cão, esta altura já com crise de consciência.
pela espera, rabo abanando, e aquele sorriso de bom dia que só o otimismo de um cão enxergava naquela manhã, apesar de ser um cão de rua, merecia tomar café no meu lugar.
mas claro que num lugar onde os sorrisos estivessem a altura do sorriso largo do seu. bom dia de cão que ainda que fosse só na cara era muito melhor do que o de todos aqueles de uma padaria inteira.

Saturday, January 27, 2007

em obras

neste exato momento e por um bom tempo, estamos em fase de pesquisa e reedição dos textos. voltaremos sim. mas vai demorar um pouquinho. espero que você me espere com eu espero lhe ter de volta.

Saturday, December 23, 2006

quem não tem cão escreve com gato. ou vice-versa. eu, escrevo com os dois


Eles não são fáceis de entender quanto os cães, é verdade. Mas quem aprende a conviver com esses adoráveis felinos tem companhia para a vida inteira.

Como de costume quando escrevo em casa, não estou sozinha encarando a tela branca do Word. Cuca, minha quase siamesa, já se aboletou em meu colo; Chicó, um preguiçoso amarelo tigrado, tira sua soneca exatamente sobre minhas anotações. Somos família há quatro anos, desde que, depois de decidir incluir gatos em minha vida, fui procurá-los numa feira de adoção. Ninguém mais me faria tanta companhia assim, horas a fio, na mais doce serenidade, tecla após tecla. Sim, escrever com um gato do lado é tudo de bom: bate um branco, você faz um afago; vem uma idéia, comemora-se em conjunto; ele se esfrega em sua perna, você dá graças por alguém lhe brindar com uma desculpa para parar um pouco. Não é à toa que, mundo afora, já se tornou clássica a associação dos bichanos com escritores, artistas e intelectuais. O físico inglês Isaac Newton, por exemplo, curtia tanto seu gato, que atribui-se a ele a invenção da “cat-flap” (aquela portinhola bastante comum nos Estados Unidos e na Europa) para que o animal pudesse entrar e sair do quarto escuro, onde realizava seus experimentos, sem incomodá-lo. O escritor norteamericano Edgar Allan Poe escreveu seu famoso conto “O Gato Preto” inspirado em Catarina, sua felina de estimação, que ajudou a aquecer na cama os pés de sua esposa, enquanto esta morria de tuberculose durante um rigoroso inverno. Nem mesmo o sagrado profeta do Islã, Maomé, escapou do encanto: diz a lenda que, certa vez, quando foi chamado com urgência no exato momento em que seu gato dormia em seus braços, o autor do Alcorão teria sacado a espada e recortado a área do manto onde estava o animal – para não perturbar seu sono.

Por aqui, a coleção de fãs também vai longe. A escritora Lygia Fagundes Telles, os poetas Carlos Drummond de Andrade e Ferreira Gullar, o pintor Aldemir Martins, a psiquiatra Nise da Silveira (e vamos parando a lista por falta de espaço…), todos eles não só conviveram com pelo menos um, como dedicaram considerável parte de seu talento e obra para homenagear seus gatos. “É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba perceber”, escreveu em sua ode “Simplesmente Gatos” o jornalista e cronista Artur da Távola.

Saber perceber: está aí a chave para desfrutar do melhor do espírito felino e talvez também a origem de muito do preconceito que ronda os bichanos. “Gatos não são tão óbvios”, diz a psicóloga e veterinária Hannelore Fuchs, uma das principais especialistas em comportamento animal do país. “A linguagem não-verbal dele é totalmente diferente da do cão, com o qual a espécie humana está habituada a conviver há muito mais tempo”, explica. Gatos se expressam como... gatos, ora. Quem espera rabinho abanando, lambidas festivas, obediência e truques de adestramento certamente achará o gato a própria versão em carne e pêlos do chuchu. Por outro lado, aprenda o que significa o ronronar, aquela vibração que mais parece um chiado de motor, para cair de amores da próxima vez que um bichano reagir com esse som a um carinho seu: é o sinal máximo de contentamento do gato, prova de que ele está relaxado e se sentindo no céu com sua companhia.

Vontade própria

Ah, mas o gato nem sempre vem quando você chama. E também pode lhe dar uma arranhada se não estiver muito a fim de chamego. Verdade, verdade. Mas veja só: você se levantaria feliz de uma soneca deliciosa se o motivo não fosse lá muito bom? Já não teve vontade de mandar às favas alguém que não soube a hora de parar com uma determinada brincadeira? Então, por que exigir tamanha submissão de um bicho de estimação? Conviver com um gato exige, antes de mais nada, respeito aos limites e à individualidade, o que é um aprendizado valioso especialmente no mundo dos humanos. “Para amar os gatos, você precisa ser livre”, escreveu Nise da Silveira, a primeira psiquiatra no Brasil a apostar que a interação com um animal poderia fazer maravilhas por doentes mentais. “É muito difícil não só ser independente, como lidar com uma criatura independente”, dizia ela.

Gatos são independentes, mas também amam. Esse é um lado do seu comportamento que está sendo cada vez mais vivenciado pelo homem. Graças ao estilo de vida moderno. O número de gatos domésticos não só aumentou nos últimos anos (no Brasil agora são 13 milhões, um aumento de 20%, contra 28,8 milhões de cães, segundo os fabricantes de ração), como o tipo de interação com eles mudou. “Hoje, com casas e famílias menores, há muito mais intimidade entre o gato e seu dono, o que estimula mais laços de amizade”, diz Hannelore. Ao contrário do que diz o senso comum, gatos não “são da casa”. “Se houver uma relação de afeto entre vocês, ele pode até ficar estressado com uma mudança de endereço, porque tem medo do novo – e quem não tem? –, mas dificilmente vai tentar fugir”, diz.

De todos os tipos

A fantástica capacidade de adaptação da espécie, aliás, é outro dos motivos que vêm fazendo sua popularidade crescer. Gatos amam viver pelos telhados, mas também se dão bem com o confi namento em pequenos apartamentos; incorporaram o conforto da vida doméstica e o convívio com o homem, mas mantêm como poucos seu lado selvagem. São tão complexos que nem mesmo grandes especialistas como o veterinário suíço-americano Denis Turner, uma das maiores autoridades no assunto, se atrevem a descrever o que seria um comportamento padrão do gato. “Cada gato tem uma personalidade distinta”, diz Turner em seu livro The Domestic Cat – The Biology of its Behaviour (“O gato doméstico – a biologia de seu comportamento”, sem edição brasilera). “O gato doméstico é um tema ideal de estudos sobre individualidade e personalidade”, afirma. Quem tem mais de um em casa dificilmente discorda dessa afi rmação. Tomemos como exemplo minha dupla aqui de co-autores. Chicó é gato malandro e curioso, que sabe o que é errado mas nem por isso deixa de experimentar. Adora ficar entocado em bolsas e caixas e caça besouros com precisão. Já a Cuca é uma lady reencarnada em gata: manhosa, carinhosa e obcecada por esvaziar gavetas e brincar com fi os e cordões. Adoro observá-los e, pelo jeito com que me olham fundo nos olhos, tenho certeza de que conhecem minha alma mais do que eu. Se bobear, qualquer dia desses, ainda escrevem sua própria versão deste texto, que poderia se chamar “O barato do homem”, e muito bem começar assim: “Como de costume, não estamos sozinhos encarando a tela do Word: Aline, nossa prestativa e carinhosa humana, já se aboletou em frente ao teclado…”

Aula de gatês

MIADO: Ele não é só um simples “miau”. Pode ser feito como um murmúrio, com a boca fechada, com a boca semi-aberta, ser curto, longo ou parecer mesmo um grito e significar idéias tão diferentes quanto “Olá”, “Quero algo” ou “Deixa, vai…”. Se você começar a observar as variações de miados que seu gato emite ao longo do dia, logo, logo perceberá que os sons são levemente diferentes de acordo com a situação.

RABO: É um dos melhores termômetros de seus sentimentos e intenções. Quanto mais alto e reto, melhor o humor. Rabo abaixado entre as pernas é sinal de medo, movimentos leves podem indicar curiosidade e excitação, movimentos sinuosos demonstram impaciência e golpes vigorosos avisam que o melhor é deixar o gato em paz – especialmente se vierem acompanhados de um miado agudo.

ORELHAS: Orelhas em pé são sinal de que está tudo bem. Já orelhas achatadas e para trás podem indicar tanto medo quanto um ataque iminente.

BARRIGA: Gato jogado no chão, de barriga para cima, é convite certo para um carinho. Não resista.

RONRONAR: Sinal de contentamento, relaxamento e amizade.

ROÇAR: É um gesto de carinho, mas também a forma que o gato tem de dizer que algo é seu: seja a casa, seja o sofá ou até mesmo sua perna. Quando ele se esfrega em algo, suas glândulas imprimem ali seu cheiro, que serve de aviso para possíveis gatos invasores.

Para saber mais

Livros:
Gatos, a Emoção de Lidar, Nise da Silveira, Leo Christiano
The Domestic Cat, Dennis C. Turner, Cambridge
Por que os Gatos São Assim?, Karen Anderson, Publifolha
Gato, Manual do Proprietário, Sam Stall e David Brunner, Gente

(o barato do gato, de aline angeli, para a revista vida simples)

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