do meu casebre, de contas pagas, banhos frios, e moedas catadas nos
forros das bermudas, eu observo os condomínios de carnês e as mansões de
prestações, com suas guaritas e outras mazelas. nelas, passarinhos e
outros animais de duas ou mais patas que lá vivem, vivem escravos às
gaiolas que cada vez mais se tornam alçapões.
no meu
casebre, não existem gaiolas. passarinhos e animais de todo o tipo
entram e ficam à vontade e assim também se sentem para ir embora.
enquanto não, dividimos migalhas de pão. juntamente com a brisa, uns
assobiam, outros latem, outros miam, outros simplesmente espreguiçam,a
canção da liberdade que eu tento não desafinar com meus assobios que
riem do meu bico.
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Sunday, June 02, 2013
Tuesday, April 24, 2012
dia de cão mas bom pra cachorro
Ativistas salvam mais de 500 cães que seriam abatidos na China
Os cães estavam amontoados em gaiolas minúsculas a bordo de um caminhão, que saiu da cidade de Xichang, com destino a Guangxi. l Foto: News.qq.com
Um grupo de ativistas conseguiu impedir o abate de 505 cachorros que
seriam levados a restaurantes chineses. A ação aconteceu neste final de
semana e foi noticiada pelo site britânico Daily Mail.
Os cães estavam amontoados em gaiolas minúsculas a bordo de um caminhão, que saiu da cidade de Xichang, com destino a Guangxi. O trajeto total que seria percorrido tem aproximadamente 1.600 quilômetros. No entanto, os ativistas conseguiram interceptar o caminhão e impedir que ele chegasse ao seu destino final.
Além de estarem enjaulados, os animais eram submetidos a condições
terríveis, sem água e sem alimento. Em depoimento à polícia, o motorista
declarou que a privação ocorreu pela falta de espaço no caminhão.
Infelizmente a ação dos ativistas chegou tarde demais para 11 cachorros,
que morreram desidratados, antes de o socorro chegar.
O comércio e transporte de animais domésticos na China tem sido alvo constante de críticas por parte dos países ocidentais, que não têm o costume de comer cachorros. Os mercados de abate destes animais domésticos ganharam destaque na mídia mundial após a suspeita de um vírus mortal, chamado SARS que seria transmitido aos seres humanos pela ingestão desta carne.
A comercialização dos cachorros em território chinês se dá de maneira
equivalente a outros animais, como a galinha, nos países ocidentais. O
comprador vai até o mercado e escolhe o cão que irá levar. Aí então o
cachorro é espancado até a morte com uma barra de ferro e entregue ao
cliente.
Além da China, ainda existem outros locais em que a carne de cachorro é
utilizada na culinária, como Indonésia, Coreia, México, Filipinas,
Polinésia, Taiwan, Vietnã, Antártida e em dois pontos afastados na
Suíça.
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